Pesquisar este blog

segunda-feira, 13 de abril de 2009

APARTHEID EXLUSIVO GDF

A PERIFERIA DO DF TERÁ 16 MIL CASAS FINANCIADAS PELO PROGRAMA MINHA CASA- MINHA VIDA


Apesar de o déficit habitacional do Distrito Federal ser de 100 mil moradias, o Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, prevê a construção de 16 mil casas populares. As áreas que serão doadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) estão localizadas nas cidades satélites de Riacho Fundo, Santa Maria e Samambaia, que ficam em média a 30 quilômetros do centro de Brasília.

A justificativa do governo para a escolha dos locais é a falta de disponibilidade de áreas no DF, especialmente por causa do grande inchaço populacional sofrido nos últimos anos. Atualmente, o Distrito Federal conta com 2,5 milhões de habitantes.

Antes de serem doadas para a construção de casas populares, as áreas escolhidas ainda precisam obter licença ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A expectativa do governo local é de que essas concessões sejam agilizadas, já que é interesse do governo federal obter os terrenos rapidamente.

Segundo a assessoria de imprensa do GDF, outras áreas devem ser disponibilizadas depois da sanção do Plano Diretor de Ordenamento Territorial, que pode ocorrer hoje (13). Isso porque o plano vai tornar urbanas algumas áreas que hoje são classificadas como rurais. Um dos locais que também pode ser disponibilizado para a construção de moradias populares fica no Catetinho, a 22 quilômetros do Plano Piloto.

O governo do Distrito Federal não revela o exato local dos terrenos que serão disponibilizados, por medo de que haja invasões. A ocupação irregular de terras é um dos principais problemas a serem solucionados na região.

Para Carlos Roberto de Oliveira, que é um dos coordenadores da União Nacional por Moradia Popular e da Coalizão pela Moradia Popular do Distrito Federal, a construção das 16 mil casas não resolve o problema do déficit habitacional. “Mas já é um bom início para começar a resolver o problema crônico das famílias do Distrito Federal”, afirma.

Ele considera adequada a escolha dos locais para a construção das moradias populares, por serem cidades com infra-estrutura, mas sugere a inclusão de outros bairros, como o Setor Noroeste, que está começando a surgir em Brasília, mas que será destinado a empreendimentos para as classes média e alta. “Temos que parar de criar cidades de exclusão e acabar com esse apartheid que se verifica aqui no DF”, acrescenta Oliveira.

ATITUDE PRAGMÁTICA

Palavra profética e abrasadora elimina obstáculos; faz tremer os sistemas montados sobre a lei do mais forte, do lucro e do mercado. O amor se traduz em compromisso com a libertação de cada pessoa explorada( descomprometida com a preservação de um Meio Ambiente Ecologicamente Equilibrado), que patrocina o ócio das elites sangüinárias, responsáveis pela cultura do medo na periferia do Df e Entorno, manipuladoras da opinião pública na perifedia sobrante e excluída de cidadania. A assistência humanitária ocasional, aliviar a miséria, promove e desumaniza o povo brasileiro. É hora de despertar consciência participativa e democrática da população periférica.

domingo, 12 de abril de 2009

CERRADO SUSTENTÁVEL

Palavra profética e abrasadora elimina obstáculos; faz tremer os sistemas montados sobre a lei do mais forte, do lucro e do mercado. O amor se traduz em compromisso com a libertação de cada pessoa explorada( descomprometida com a preservação de um Meio Ambiente Ecologicamente Equilibrado), que patrocina o ócio das elites sangüinárias, responsáveis pela cultura do medo na periferia do Df e Entorno, manipuladoras da opinião pública na perifedia sobrante e excluída de cidadania. A assistência humanitária ocasional, aliviar a miséria, promove e desumaniza o povo brasileiro. É hora de despertar consciência participativa e democrática da população periférica.

terça-feira, 7 de abril de 2009

MISSÃO PROFÉTICA




Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o profeta e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos. 
Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito.O menino se agasalhou e disse: 
-'Ok, papai, estou pronto.'
E seu pai perguntou:
 
-'Pronto para quê?' 
-'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos.'
Seu pai respondeu:
 
-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito.' 
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou: 
-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?' 
Seu pai respondeu: 
-'Filho, eu não vou sair nesse frio.' 
Triste, o menino perguntou: 
-'Pai, eu posso ir? Por favor!!!' 
Seu pai hesitou por um momento e depois disse: 
-'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho.' 
-'Obrigado, pai!!!' 
Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos evangelísticos a todos que via. 
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto.  Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta. 
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar. 
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente: 
-'O que eu posso fazer por você, meu filho?' 
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse: 
-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.' 
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. Ela o chamou e disse: 
-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!' 
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Papai Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele perguntou: 
- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?' 
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto. 
- 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem, antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver. Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei: 
-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.' 
Eu esperei e esperei, mas a campainha parecia tocar cada vez mais alto e era mais insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei: 
-'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar.' 
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alto. 
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida.. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim: 
-'Senhora, eu só vim aqui para dizer que JESUS A AMA MUITO.' 
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos. Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto. 
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês veêm- eu agora sou uma FIlha Feliz do REI!!! 
Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADA ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.' 
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. E quando gritos de louvor e honra ao REI ecoaram por todo o edifício, o Papai Pastor desceu do púlpito e foi em direção à primeira fila onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu filho nos braços e chorou copiosamente. 
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho... Exceto um. Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, todo o céu gritou louvores e honra ao Rei, o Pai assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e potestade e lhe deu um nome que é acima de todo nome. 
  
Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem. Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a adiante. 
Lembre-se: a mensagem de Deus pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você. Não tenha medo ou vergonha de compartilhar esta mensagem maravilhosa. 
  
Que
 Deus te abençoe!!!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

O APERFEIÇOAMENTO PESSOAL

ApresentamApresentamos uma abordagem crítico-histórico-prático-libertadora, acerca da idéia central do texto: O pessoal do Ensino Superior,um permanente desafio.Tendo como ponto de partida,o aperfeiçoamento do pessoal;a qualidade do ensino de terceiro grau ;a maneira como as instituições ,governos e organismos independentes poderiam incentiva-lo e promove-lo ;a autonomia dos estabelecimentos a nível nacional,estadual ou institucional e o papel-chave a ser desempenhado pelas pessoas responsáveis por estabelecimentos  de ensino superior.

Destacamos os aspectos mais importantes,tais como:1.Por que se preocupar com o aperfeiçoamento do pessoal?conforme recente estudo do banco mundial (1994),observe que um pessoal docente de alta qualidade e fortemente motivado e uma cultura profissional que o apóie são condições essenciais para atingir a excelência,nas organizações com forte carga trabalho ,cujos serviços repousam sobre os recursos humanos.2.Quais são os desafios hoje ,ao desenvolvimento do recursos humanos .2.1 O crescimento da demanda de ensino superior como fenômeno mundial  e a pressão do crescimento quantitativa sobre todos os tipos de equipamentos. As restrinções financeiros às quais estão submetidos todos os países, impedem os estabelecimentos públicos os governos de dedicar ao ensino superior,um financiamento e um orçamento da educação continuada.2.3 A ênfase dada sobre a educação de base convencer uma grande quantidade de países em desenvolvimento a limitar seu apoio financeiro ao ensino superior.2.4As expectativas dos governos e da opinião pública,lançam pesadas responsabilidades sobre os estabelecimentos,decorrentes do fato de dedicarem oficialmente mais atenção às necessidades de seus parceiros em seu planejamento estratégico e de associarem a comunidade a seu próprio desenvolvimento,convidando-a formular sugestões.2.5 A busca da qualidade acompanhou de perto o crescimento quantitativo e a diminuição das ajudas financeiras.2.6 O processo tecnológico afeta todas as disciplinas e obriga os professores a darem mais atenção as últimas inovações em matéria de pedagogia e de condição de pesquisas. As necessidades de aumentar a participação das mulheres no pessoal e nos efetivos constitui, um desafio para os estabelecimentos de ensino superior . A evoluções espetaculares das exigências do mercado de trabalho afeta inevitavelmente os estabelecimentos  que se esforçam para responder à demanda nacional ou regional, ensinando os diplomados  a criar  por si mesmos seus próprios postos de trabalho,na falta dos postos tradicionais.2.9Uma gestão eficaz exige novas competências no interior dos estabelecimentos,competências que nem sempre possuem aquelas que tradicionalmente  são colocadas e frente das  universidades ou faculdades .3.Qual é o papel que o pessoal dos estabelecimentos de ensino superior  será chamado a desempenhar no futuro e quais competências  deverá possuir : 3.1 Os dirigentes dos estabelecimentos-  reitores ,vice – presidente,vice – reitores ,etc -,os desafios são imensos :tomar as decisões e definir as estratégias em ambientes novos,qualidades de liderança,senso da comunicação e os talentos da persuasão,a fim de convencer seus colegas professores e pesquisadores da necessidade de romper com hábitos estabelecidos de longa data. 3.2  Os gestores dos estabelecimentos,decanos e chefes de departamentos,apóia o chefe executivo em seus esforços para impor novas regras,assumem funções direção no nível das diferentes disciplinas e desempenham um papel-chave no implantação,de mudança institucional.3.2.1 Competências em matéria de gestão de pessoal, de animar uma equipe ou de ajudar os membros do pessoal a progredir em sua especialidade e a fortalecer seu profissionalismo.3.2.2 Capacidade de manejar cifras e compreender questões financeiras e problemas de custos;3.2.3 Um bom conhecimento das tecnologias da informação.3.2.3 Capacidade de levar em conta as novas evoluções no ambiente externo como,o risco da concorrência . 3.2.4 Senso Comercial .3.2.5Consciência estratégica de posição do estabelecimento.3.2.6 Capacidade de saber tirar partido dos processos decisório internos em um ambiente colegiado3.3 Os Universitários,enquanto professores modelos deveriam ter os seguintes competências.3.3.1 Conhecimento e compreensão  dos  deferente maneiras de  aprender dos estudantes 3.3.2 conhecimentos competência e atitudes em matérias de conferir notas e avaliar os estudantes, afim de ajuda-lo a avançar 3.3.3 vontade de se aperfeiçoar em sua especialidade, de aplicar as normas profissionais e manter-se em dia com as ultimas evoluções, 3.3.4 conhecimento das aplicações das tecnologias da informação que interessam a sua disciplina, aos instrumentos didáticos. 3.3.5 capacidade de identificar os sinais do “mercado” externo no que respeito as necessidades dos futuros impotências empregadores dos diplomados de sua disciplina. 3.3.6 domínio dos novos avanços em matérias de ensino e de aprendizagem, incluído império de um ensino “qual” – contato direto com os estudantes e ensino a distância – utilizando as mesmas matérias. 3.3.7 Atenção aos pontos de festa e aspirações dos “clientes”. Dos diferentes parceiros. 3.3.8 Compreensão de incidência dos fatores internacionais e multiculturais sobre os programas de estudos.3.3.9 Capacidade de ensinar a categorias diversificadas de estudantes pertencentes a diferentes faixas etárias, meios sócio econômicos, grupos étnicos, trabalhando em maior numero de hora de trabalho diários.3.3.10 Capacidade de assegurar, sem perda da qualidade, cursos magistrais, seminários ou oficinas freqüentados por um numero maior de estudantes, 3.3.11 Atitude de conhecer “ estratégias de adaptação” pessoais e profissionais.

 

 

 

 

 

3.4 pesquisadores, os professores universitários são igualmente obrigados a se adaptar e ser capazes de: 3.4.1 redigir uma proposta do projeto. 3.4.2 Constituir redes e coletar fundos as finalidades de seus projetos. 3.4.3 Orientar doutorandos e pesquisadores. 3.4.4 Administrar projeto, principalmente com parceiros internacionais. 4. Que tipos de formação inicial e no trabalho permitiriam enfrentar esses desafios: 4.1. Fortalecer a formação pedagógica e os programas de aperfeiçoamentos do pessoal. 4.2 Formação continuada dos professores dos níveis superiores. 4.3 O tele-ensino pode ser uma solução aos problemas que alguns paises vivenciam em matérias de aperfeiçoamento do pessoal e dos gestores. 5. Quais condições de trabalho e quais os sistemas de estimulo deveriam acompanhar as estratégias de formação para motivar o pessoal e criar um ambiente favorável: 5.1 A contração

vitalícia do conjunto do pessoal universitário foi substituídas por contratos de curta duração. 5.2 Os estabelecimentos privados, bem providos,vincula a remuneração a desempenho. 5.3 A política adotada pelos estabelecimentos universitários, recompensa o mérito pessoal do professor 5.4 O conjunto do pessoal docente, constrangido por que tem que trabalhar á noite e nos fins de semana  devido o número de horas de trabalhos determinados pela organização dos estudos. 6. Qual poderia se o papel dos programas de cooperação interuniversitária no aperfeiçoamento do pessoal do ensino superior. 6.1 consultar os estabelecimentos sobre a maneira de constituir uma equipe encarregada do aperfeiçoamento do pessoal e de organizar as respectivas. 6.2 Ajudar na concepção e elaboração das estratégias de aperfeiçoamento do pessoal. 6.3 Consultoria sobre a formação a ser oferecida as pessoas encarregadas de assegurar o aperfeiçoamento do pessoal e sobre as competências que elas devem ter. 6.4 intercambio de curso sobre todos os aspectos de melhoria das pratica pedagógicas. 6.5 Difusão de informação sobre os métodos de organização e gestão de unidade de aperfeiçoamento do pessoal que tiveram sucesso. 6.6 Comunicação de nomes de formadores competentes em formação contra partida, sobre seu desempenho. 7 As próximas etapas: algumas sugestões sobre as ações a implementar. 7.1 cada estabelecimento deveria elabora um plano de aperfeiçoamento do pessoal como parte de sua estratégia de gestão dos recursos humanos. 7.2 Os gestores dos estabelecimentos deveriam rever sua política relativa aos critérios de seleção e de promoção.7.3 Cada estabelecimento deveria criar uma unidade central encarregada de elabora e acompanhar permanentemente sua política de aperfeiçoamento de pessoal.7.4 os estabelecimentos deveria considerar a possibilidade de fixar metas em matéria de formação continuada para algumas categorias do pessoal e tornar essa formação obrigatória.7.5 Os governos e organismos de financiamento nacionais deveriam rever os sistemas nacionais de recrutamento e de promoção,tornando os cursos de aperfeiçoamento obrigatórios em certas etapas da carreira, para melhor acentuar sua importância.7.6 Os governos podem estimular a colaboração e a cooperação em matéria de aperfeiçoamento do pessoal,fornecendo uma ajuda inicial para facilitar a criação de unidades no interior dos estabelecimentos ou de associações ou redes interligando os profissionais  envolvidos.7.7 As organizações e doadores internacionais podem patrocinar pesquisas sobre boas práticas e divulgar seus resultados por intermédio das redes.7.8 Promover a elaboração de indicadores de desempenho ou a compilação de estatísticas relativas à gestão. Compartilhamos a visão crítica fazendo um diagnóstico e uma análise acerca dos diferentes desafios que os estabelecimentos de ensino superior enfrentam como a insuficiência gritante das ações e dos critérios atuais, a tendência crescente de atribuir maior autonomia ao pessoal docente e administrativo,superar os desafios através dos aspectos de atividades realizadas em colaboração com intercâmbio de dados,de experiências,de laboratórios ou de matérias e de idéias.Percebemos a importância primordial dos estabelecimentos definir com clareza sua política de aperfeiçoamento do pessoal e seus responsáveis a apoiar energicamente a sua implantação,que resulte no desenvolvimento das competências profissionais da prática,para melhor delimitar as mudanças futuras e superar com sucesso os desafios existenciais.

      

 

 

 

 

 

 

Bibliografia:

Unesco(1997).Recomendação relativa à condição do pessoal docente do ensino superior.Adotada pela conferência                          Geral em sua 29SESSÃO, NOVEMBRO DE 1997.PARIS.

UNESCO(1998)O pessoal do ensino superior :um permanente desafio,pp434-454,Fielden,John.Ed.98/CONF.202/7.4,A

sábado, 28 de março de 2009

EDUCAÇÃO SUPERIOR

EDUCAÇÃO SUPERIORPlano Nacional de Educação
Raimundo N. Nery de Sousa
 
Apresento uma abordagem crítico- histórico, acerca da idéia central do texto: Diagnóstico, Diretrizes, Objetivos e Metas, Financiamento e Gestão de Educação Superior : Educação Superior . Tendo como objetivos e prioridades, a elevação global do nível de escolaridade transdisciplinar da população, a melhoria da qualidade do  ensino em todos os níveis, a redução das desigualdades socioeducacionais no tocante ao acesso e a permanência, com sucesso, na educação pública e democratização da gestão do ensino público nos estabelecimentos oficiais. Destaco os aspectos mais importantes, ressaltados pelo Plano Nacional de Educação Superior, tais: Diagnótico como estratégia de diversificação, há que se pensar na expansão do pós-secundário, na formação de qualificação em áreas técnicas e profissionais. A própria modulação do ensino universitário, com diploma intermediário, como foi estabelecido na França, permitiria uma expansão substancial do atendimento nas atuais instituições de educação superior, sem custo adicional excessivo.Diretrizes  como sistema de educação superior deve contar com um conjunto diversificado de instituições que atendam a diferentes demandas e funções. Seu núcleo estratégico há de ser composto pelas universidades, que exercem as funções que lhe foram atribuídas pela Constituição: ensino, pesquisa e extensão, tendo como missão contribuir para o desenvolvimento do País e a redução dos desequilíbrios regionais, nos marcos de um projeto nacional, estas instituições devem ter estreita articulação com as instituições de ciência e tecnologia. A diretriz básica para o bom desempenho desse segmento é a autonomia universitária, exercida nas dimensões previstas na Carta Magna: didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, promover a renovação do ensino universitário brasileiro, é preciso, reformular o rígido sistema atual de controles burocráticos. A efetiva autonomia das universidades, a ampliação da margem de liberdade das instituições não-universitárias e a permanente avaliação dos currículos constituem medidas tão necessárias quanto urgentes, para que a educação superior possa enfrentar as rápidas transformações por que passa a sociedade brasileira e constituir um pólo formulador de caminhos para o desenvolvimento humano em nosso país. Objetivos e Metas, Prover, até o final da década, a oferta de educação superior para, pelo menos, 30% da faixa etária de 18 a 24 anos. . Estabelecer uma política de expansão que diminua as desigualdades de oferta existentes entre as diferentes regiões do País. Estabelecer um amplo sistema interativo de educação a distância, utilizando-o, inclusive, para ampliar as possibilidades de atendimento nos cursos presenciais, regulares ou de educação continuada. . Assegurar efetiva autonomia didática, científica, administrativa e de gestão financeira para as universidades públicas. Institucionalizar um amplo e diversificado sistema de avaliação interna e externa que englobe os setores público e privado, e promova a melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa, da extensão e da gestão acadêmica.Instituir programas de fomento para que as instituições de educação superior constituam sistemas próprios e sempre que possível nacionalmente articulados, de avaliação institucional e de cursos, capazes de possibilitar a elevação dos padrões de qualidade do ensino, de extensão e no caso das universidades, também de pesquisa. Estender, com base no sistema de avaliação, diferentes prerrogativas de autonomia às instituições não-universitárias públicas e privadas.Estabelecer sistema de recredenciamento periódico das instituições e reconhecimento periódicos dos cursos superiores, apoiado no sistema nacional de avaliação. Diversificar o sistema superior de ensino, favorecendo e valorizando estabelecimentos não-universitários que ofereçam ensino de qualidade e que atendam clientelas com demandas específicas de formação: tecnológica, profissional liberal, em novas profissões, para exercício do magistério ou de formação geral. Estabelecer, em nível nacional, diretrizes curriculares que assegurem a necessária flexibilidade e diversidade nos programas de estudos oferecidos pelas diferentes instituições de educação superior, de forma a melhor atender às necessidades diferenciais de suas clientelas e às peculiaridades das regiões nas quais se inserem. Incluir nas diretrizes curriculares dos cursos de formação de docentes temas relacionados às problemáticas tratadas nos temas transversais, especialmente no que se refere à abordagem tais como: gênero, educação sexual, ética (justiça, diálogo, respeito mútuo, solidariedade e tolerância), pluralidade cultural, meio ambiente, saúde e temas locais. Diversificar a oferta de ensino, incentivando a criação de cursos noturnos com propostas inovadoras, de cursos seqüenciais e de cursos modulares, com a certificação, permitindo maior flexibilidade na formação e ampliação da oferta de ensino. A partir de padrões mínimos fixados pelo Poder Público, exigir melhoria progressiva da infra-estrutura de laboratórios, equipamentos e bibliotecas, como condição para o recredenciamento das instituições de educação superior e renovação do reconhecimento de cursoEstimular a consolidação e o desenvolvimento da pós-graduação e da pesquisa das universidades, dobrando, em dez anos, o número de pesquisadores qualificada Promover o aumento anual do número de mestres e de doutores formados no sistema nacional de pós-graduação em, pelo menos, 5%. Promover levantamentos periódicos do êxodo de pesquisadores brasileiros formados, para outros países, investigar suas causas, desenvolver ações imediatas no sentido de impedir que o êxodo continue e planejar estratégias de atração desses pesquisadores, bem como de talentos provenientes de outros países. Incentivar a generalização da prática da pesquisa como elemento integrante e modernizador dos processos de ensino-aprendizagem em toda a educação superior, inclusive com a participação de alunos no desenvolvimento da pesquisa Criar políticas que facilitem às minorias, vítimas de discriminação, o acesso à educação superior, através de programas de compensação de deficiências de sua formação escolar anterior, permitindo-lhes, desta forma, competir em igualdade de condições nos processos de seleção e admissão a esse nível de ensino. Implantar planos de capacitação dos servidores técnico-administrativos das instituições públicas de educação superior, sendo de competência da IES definir a forma de utilização dos recursos previstos para esta finalidade Garantir, nas instituições de educação superior, a oferta de cursos de extensão, para atender as necessidades da educação continuada de adultos, com ou sem formação superior, na perspectiva de integrar o necessário esforço nacional de resgate da dívida social e educacional. Garantir a criação de conselhos com a participação da comunidade e de entidades da sociedade civil organizada, para acompanhamento e controle social das atividades universitárias, com o objetivo de assegurar o retorno à sociedade dos resultados das pesquisas, do ensino e da extensão.Implantar o Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária em todas as Instituições Federais de Ensino Superior no quadriênio 2001-2004 e assegurar que, no mínimo, 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior no País será reservado para a atuação dos alunos em ações extensionistas. Financiamento e Gestão da Educação Superior, Estabelecer um sistema de financiamento para o setor público, que considere, na distribuição de recursos para cada instituição, além da pesquisa, o número de alunos atendidos, resguardada a qualidade dessa oferta, Oferecer apoio e incentivo governamental para as instituições comunitárias sem fins lucrativos, preferencialmente aquelas situadas em localidades não atendidas pelo Poder Público, levando em consideração a avaliação do custo e a qualidade do ensino oferecido. Estimular, com recursos públicos federais e estaduais, as instituições de educação superior a constituírem programas especiais de titulação e capacitação de docentes, desenvolvendo e consolidando a pós-graduação no País. Utilizar parte dos recursos destinados à ciência e tecnologia, para consolidar o desenvolvimento da pós-graduação e da pesquisa. Incluir, nas informações coletadas anualmente através do questionário anexo ao Exame Nacional de Cursos, questões relevantes para a formulação de políticas de gênero, tais como trancamento de matrícula ou abandono temporário dos cursos superiores motivados por gravidez e/ou exercício de funções domésticas relacionadas à guarda e educação dos filhos. Estimular a inclusão de representantes da sociedade civil organizada nos Conselhos Universitários. Estimular as instituições de ensino superior a identificar, na educação básica, estudantes com altas habilidades intelectuais, nos estratos de renda mais baixa, com vistas a oferecer bolsas de estudo e apoio ao prosseguimento dos estudos. Estimular a adoção, pelas instituições públicas, de programas de assistência estudantil, tais como bolsa-trabalho ou outros destinados a apoiar os estudantes carentes que demonstrem bom desempenho acadêmico.Observar, no que diz respeito à educação superior, as metas estabelecidas nos capítulos referentes à educação a distância, formação de professores, educação indígena, educação especial e educação de jovens e adultos. Exponho a minha análise crítico-histórico-, acerca da idéia central do texto: Educação Superior na pós-modernidade neoliberal transnacional, sob as mudanças do modo de produção capitalista, do enfraquecimento da manifestação política em defesa de direitos em face da autoridade  e de um novo sujeito sociopolítico, difusão da ética da desigualdade, da cultura da violência e da insegurança frenteo Plano Nacional de Educação. Compartilho a visão holística emancipadora, acerca da discussão, da exposição, da deliberação, do reconhecimento em público, das questões e problematizações da Educação Superior, socioeconômicos, socioambientais,socioeducativas que exige tomada de decisão consciente participativa democrática, discernimento ético, disponibilidade ao diálogo construtivo, apostando no consenso e no equilíbrio da lógica da demanda e da lógica do necessário, frente a mentalidade fatalista do conformismo reacionário do pós- modernismo.
 
 
 SOUSA,Raimundo Nery : Educação Superior
.Esplendolândia/DF: EKOSETHOS, 2009. 09 páginas.

sexta-feira, 27 de março de 2009

PEDAGOGIA DA AUTONOMIA

PEDAGOGIA DA AUTONOMIA Paulo Freire Raimundo N. Nery de Sousa Apresento uma abordagem crítico- histórico-prático-tranformadora, acerca da idéia central do livro: Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa transformadora da realidade. Tendo como público alvo, docentes formados ou em formação transdisciplinar, inserindo-se na temática da prática responsível dos educadores (as), de posturas multidiversificadas, das áreas exatas e sociais. Destaco os aspectos mais importantes, ressaltados pelo educador Paulo Freire, tais como; Só existe docência com discência (A pessoa que ensina aprende a ensinar e a pessoa que aprende ensina ao aprender), pois, ensinar exige rigorosidade metódica, pesquisa, respeito aos saberes dos educandos (as), criticidade, responsabilidade ético-estética, corporeificação das palavras pelo exemplo- testemunho, risco- aceitação do novo- rejeição a qualquer forma de discriminação, reflexão crítica sobre a prática educativa, o reconhecimento- a assunção da identidade sociocultural. Ensinar é criar possibilidades à sua própria produção ou à sua construção (Ensinar é ser aberto à indagação, à curiosidade, às perguntas dos discentes), ensinar exige consciência participativa democrática responsável do inacabamento do ser humano- predisposto à mudança- à aceitação da multidiversidade de pensamento, o reconhecimento de ser condicionado- influenciado pelas forças sócio-econômoco-político- histórico- ideológico-teológico- culturais, respeito à autonomia- à dignidade de cada pessoa como imperativo ético emancipador da massa sobrante, o exercício do bom senso, humildade – tolerância- luta em defesa dos direitos dos educandos(as), apreensão da realidade transdisciplinar, alegria- esperança, a convicção de que a mudança é possível, o exercício da curiosidade. Ensinar é uma especificidade humana, que exige segurança- competência profissional- generosidade, comprometimento democrático- progressista, prática educativo-crítico-emancipadora da realidade transdisciplinar, exige liberdade de expressão- em defesa de direitos em face da autoridade dos pais- dos educadores (as)- do Estado, exige tomada de decisão consciente participativa democrática, escutar com discernimento ético, reconhecer que a educação é ideológica, exige disponibilidade ao diálogo construtivo, seriedade- afetividade docente (Abertura ao querer bem aos discentes de maneira igual- autêntica- acolhedora- específica do ser humano. Exponho a minha análise crítico- histórico- prático- emancipadora, aqui e agora, acerca da obra de Paulo Freire, que tenta resgatar de forma atualizada, leve, criativa, provocativa, corajosa, esperançosa, questões e probrematizações, que no dia- a- dia do educador (a), continuam a instigar o conflito e o debate enquanto sujeitos sócios- históricos-). Ideológicos- culturais, perante o discurso fatalista transnacional, difundido pela minoria sanguinária detentora do poder administrativo-político-financeiro-psicológico-sociológico-biotecnológico-biocientífico-intelectual-cultural-religioso. Compartilho a visão probrematizadora acerca das dificuldades experienciadas pelos educadores(as), no processo de inclusão educativo-prático-emancipador, tais como: as condições de trabalho, salários baixos, descasos, formas de avaliação, capacitação e atualização de conteúdos, porque exercer a função de maneira eficaz, exige vocação, competência para defender a necessidade de transformação e aprofundamento na tarefa de melhorar as práticas educativas, capazes de despertar a visão crítica das pessoas urbanas e campesinas, provocar a busca contínua por harmonia dialógica, executar a refutação da mentalidade fatalista do conformismo reacionário.